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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A malta

11.06.18, Alice Alfazema
  Foto: Jesco Denzel/REUTERS     Esta fotografia tem corrido mundo e tem sido estudada ao pormenor por os mais variados especialistas, agora chegou a minha vez de analisa-la.   Sendo assim e depois  de a olhar atentamente alguns segundos verifico que: As pessoas que estão na foto gostam muito da cor azul. A maioria levanta as sobrancelhas com facilidade.  Têm papos debaixo dos olhos e não usam cremes antirrugas. Bebem água da torneira, e aquele senhor sentado é o tal que (...)

Eu vivo, tu vives, ele sobrevive.

19.08.17, Alice Alfazema
    A consciência global de liberdade é muito redutora. É como se existisse uma fidelização a cada mundo individual. Cada pessoa tem muita dificuldade em sair do seu próprio mundo, para poder olhar para o mundo do outro. Está dependente das notícias que lê, também isso significa uma fidelização com determinados órgãos de comunicação. Os atentados chamados terroristas que se têm vivido nos últimos dias, dão-nos a conhecer que a tranquilidade e a paz são uma cadeia (...)

Sobre as notícias do momento...

24.03.17, Alice Alfazema
  Ilustração Elina Ellis     Um macaco passeava-se à beira de um rio, quando viu um peixe dentro de água. Como não conhecia aquele animal, pensou que estava a afogar-se. Conseguiu apanhá-lo e ficou muito contente quando o viu aos pulos, preso nos seus dedos, achando que aqueles saltos eram sinais de uma grande alegria por ter sido salvo. Pouco depois, quando o peixe parou de se mexer e o macaco percebeu que estava morto, comentou – que pena eu não ter chegado mais cedo!     Fábul (...)

WC andante

31.03.16, Alice Alfazema
Através desta notícia fico a saber que agora as carruagens podem funcionar como o WC, mulheres para a direita, homens para a esquerda.    Alice Alfazema

O menino

04.09.15, Alice Alfazema
Imagem daqui.   E o menino estava deitado na areia da praia, quase como se estivesse a brincar com as ondas, parecia adormecido. Vestidinho com cuidado, cabelo curto, tal como nos artigos de publicidade.  No entanto este menino é um vestígio da guerra, de um jogo do empurra, da incompreensão entre os povos, do desespero, da ganância, da indiferença, da (...)

Ironia na sociedade e na solidariedade europeia

01.06.15, Alice Alfazema
  "Escrevo de Atenas, onde me encontro a convite do Instituto Nicos Poulantzas para discutir os problemas e desafios que enfrentam os países do Sul da Europa e as possíveis aprendizagens que se podem recolher de experiências inovadoras tanto na Europa como noutras regiões do mundo. Convergimos em que o que se vai passar nos próximos dias ou semanas nas negociações da Grécia com as instituições europeias e o FMI serão decisivas, não só para o povo grego, como para os povos (...)

Cházinho

21.04.15, Alice Alfazema
Esta pessoa que vos escreve já está fartinha de promessas eleitorais que se lembram dos pobrezinhos quando precisam dos votinhos, como sempre o dinheiro comanda a vida, seja ele em forma de papel ou de outra merda qualquer.    Alice Alfazema  

Imaginação

18.02.15, Alice Alfazema
Ilustração Camilla d'Errico    Num mundo sem arte, as cores teriam pouco ou nenhum valor, apenas serviriam para chamar a atenção. No desprezo pela arte e pela imaginação perdemos um dia-a-dia motivador, ao perdemos isso começamos a perder a nossa auto-estima e nela se vão todos os nossos desejos. Vemos assim como está este nosso mundo, com uma perda gritante de imaginação, onde muitos nos levam a pensar que existem apenas os caminhos que nos são indicados por eles, quem passas a ser