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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 13-02-2019

13.02.19 | Alice Alfazema | ver comentários (5)
 Ilustração Kris Knight Coisas maravilhosas da idade: guardar um carregador de telemóvel, num sítio seguro e onde ninguém irá mexer, para saber sempre onde está. Depois acordar para a vida e não encontrar o carregador em lado nenhum e ninguém sabe onde está (...)

Chá de fim de ano

29.12.18 | Alice Alfazema | comentar
  Ilustração Paul McKnight Tenho cá por casa, em muitos sítios, muitos textos escritos por mim, este que vou deixar aqui hoje já não me lembro de quando o escrevi, também me acontece ficar surpreendida com aquilo que escrevo, não me lembro de ter escrito aquilo, (...)

O melhor de 2018

22.12.18 | Alice Alfazema | ver comentários (4)
Chegou a hora de fazer uma reflexão sobre o que de melhor aconteceu este ano. Este ano foi péssimo, perdi muito tempo, demasiado, do meu tempo, a ouvir os outros, fiquei desgastada. No fim não compensou. Foi uma batalha perdida. Foi uma desilusão. Senti-me usada.  (...)

O que me move?

17.12.18 | Alice Alfazema | ver comentários (3)
  Eu não me vendo por um sorriso, não me vendo por palavras bonitas e acções ensaiadas. Não me vendo por uma promessa. O que me move é a liberdade.    A liberdade de que ninguém me pode apontar o dedo e pedir trocas de favores. A liberdade de não ceder a (...)

Conversas da escola - Uma musiquinha por favor

15.11.18 | Alice Alfazema | comentar
A malta está ali ao canto a vender uns produtos para juntar algum para a viagem de finalistas. Há uma música irritante no ar. Não aguento mais o barulho, os gritos e aquela música.- Meninas não ponham música trance, coloquem algo relaxante.-  

#MEDOO

05.10.18 | Alice Alfazema | comentar
Quando eu tinha dez anos de idade andava no 1º ano do ciclo preparatório, vulgo 5º ano hoje em dia, eu era uma miúda teimosa e não alinhava naquilo que os outros queriam. Os pais não nos iam buscar à escola e era frequente os rapazes apalparem as raparigas à saída (...)