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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Quando as palavras dos outros são também as nossas

07.06.18, Alice Alfazema
E acho que o País, no seu conjunto, ainda não é suficientemente 'moderno'. O Estado Social e a Educação, por exemplo, ainda são, a meus olhos, áreas relativamente antigas e fechadas, com muitos dos seus profissionais ainda arreigados a teorias e práticas de outros tempos. O mundo é outro e os príncipios, os objectivos e os processos pouco têm evoluído.     Um Jeito Manso    

A fome nas escolas revela-se através da letra A?

29.06.16, Alice Alfazema
Outras perguntas retiradas do blogue Blasfémias.     Se se disser que os meninos desrespeitam o que foi acordado com as suas famílias temos um problema? Se se designar a coisa como “desperdício alimentar” temos uma causa fofinha? Se os alunos do escalão A não comem nas cantinas comem onde? Oficialmente as suas famílias não terão (...)

Gravidezes adiadas

19.06.14, Alice Alfazema
  Ilustração Kai Pannen   E assim alguém denunciou que algumas empresas andam por aí, neste nosso país ainda sumariamente patriarcal, a obrigar as mulheres a assinar papéis em que devem de adiar gravidezes indesejadas empresarialmente. Durante um dia, enquanto a notícia esteve na página de jornais, as vozes soaram indignadas, depois calam-se, como se as notícias fossem assim um prato de (...)

Sementes de solidão

19.02.11, Alice Alfazema
Há uns meses atrás, antes do Natal, as noticias, sobre a fome das crianças, eram manchete de jornais, revistas e televisões. Hoje parece que tudo isso já passou, deixou de existir… O espírito natalício desapareceu, mas a fome continua, essa que ninguém dá por isso, pois os assuntos que vendem são outros!   A fome que hoje se vive, não é só uma fome de alimentos, mas, sim, e também, uma fome de afectos e de atenções, de preenchimentos de alma e carinhos. O que leva um (...)