Paz
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É necessário cavalgar o medo, reflectir, partilhar e ser solidário.

Renascer, recuperar memórias e saberes.

Isolar-se entre quatro paredes, mas conectar-se com o mundo através das novas tecnologias.

Procurar dentro de nós o amor que julgávamos perdido.

Sentir que nas pequenas coisas e nos pormenores esquecidos estão verdadeiros tesouros.

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...
Poema Mário Quintana
As ilustrações são de Nancy Liang

Ilustração Christian Asuh
Apesar de haver invernos verbais a primavera está ao alcance de qualquer um.