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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O que nos embala?

31.07.18, Alice Alfazema
¬† Ilustra√ß√£o¬†¬†Raissa Figueroa ¬† ¬† ¬† As pessoas falam, especializam-se, d√£o opini√Ķes fundamentadas, t√™m argumentos, objectos preferidos, cren√ßas, sabem que em determinada idade √© suposto fazer isto e aquilo, sabem que devem orientar-se para o futuro. Preocupam-se com a economia, com a viol√™ncia, com o ambiente e com as outras pessoas. ¬† Temos ent√£o um mundo construido na especializa√ß√£o da opini√£o e da experi√™ncia. Cada um com a sua pele tenta destacar-se do outro, cada (...)

Os sonhos e os objectivos

13.06.18, Alice Alfazema
Deixaram de acreditar nos sonhos, agora chamam-se de objectivos, porque dizem que os sonhos s√£o irreais, apenas os objectivos s√£o passiveis de serem realizados. E o que pensa um pintor antes de pegar num pincel, como objectiva as cores, as imagens, √© atrav√©s do sonho que se desenha a arte? E os sentimentos que nos assolam quando estamos perante a arte, s√£o sonhos, s√£o objectivos? A vida poderia ser um sonho se n√£o viv√™ssemos¬†agarrados ao objectivos?¬† ¬† ¬† ¬†Ilustra√ß√Ķes de (...)

As coisas boas da vida

19.10.16, Alice Alfazema
  Ilustração Tony-Illustration     As coisas boas da vida, são as palavras que ouvimos de quem gosta de nós, são as horas passadas em alegre cavaqueira, são os abraços e beijos dados sem preocupação de retornos. As coisas boas da vida são quando sentimos que fizemos algo que mudou alguém ou algum lugar para melhor. As coisa boas da vida são os sorrisos e os agradecimentos genuínos daqueles que nos correm (...)

Bom dia ;)

09.09.16, Alice Alfazema
  Ilustração  Isabel Chiara     A felicidade é a própria matéria-prima do universo.    Osho       Alice Alfazema  

Corte

07.09.15, Alice Alfazema
Ilustra√ß√£o¬† Sonia Maria Luce Possentini ¬† ¬† Quando somos crian√ßas sentimos que temos todo o tempo do mundo, sentimos as coisas pela primeira vez, a magia da descoberta. √Ä medida que o tempo passa tudo se vai desvanecendo, temos tend√™ncia¬†a acreditar menos, a desconfiar, a ter mais medo. Cortamos emo√ß√Ķes. Pegamos na tesoura do tempo e cortamos tiras fininhas para nos lembrarmos disto e daquilo. Depois o tempo passa e as tiras esvanecem-se. A tesoura enferruja e perde o corte. (...)

Os bilhetes e as cartas

16.12.14, Alice Alfazema
Ilustra√ß√£o Virpi Pekkalan ¬† O Natal aproxima-se a passos largos, o frio √© muito. Este ano resolveu escrever, n√£o ao Pai Natal, mas a todos os amigos, at√© deixou bilhetes com dizeres felizes aos vizinhos, f√™-lo de uma forma despretensiosa¬†e recebeu em troca uma imensa sensa√ß√£o de tranquilidade. A tranquilidade n√£o se embrulha, d√°-se a c√©u aberto, porque os melhores presentes trazem consigo pedacinhos de emo√ß√Ķes felizes. ¬† Alice Alfazema