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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Amy

24.07.11, Alice Alfazema
              Há vidas que se resumem a conchas vazias, que há muito estão desabitadas, vagas de energia e de cor. A droga esvazia, retira o brilho e a cor, anula as emoções, as ligações, as amizades, as famílias, os dias, os anos...retira-nos tudo aquilo que conhecíamos, que apreciávamos, que amávamos, ficam, pois, sombras amargas, cinzentas, bolorentas, que invadem (...)

Autocrítica

08.04.10, Alice Alfazema
    Estive lá desde o primeiro instante, na adrenalina que corria nas veias dos teus pais quando fizeram amor para te conceber, e depois no fluido que a tua mãe bombeava para o teu pequeno coração, quando ainda eras um parasita. Cheguei a ti antes de saberes falar, antes ainda de conseguires entender o que os outros te diziam. Já lá estava, quando tropegamente  tentavas dar os teus primeiros passos perante o olhar brincalhão e divertido de todos. Quando estavas desprotegido e exposto, (...)