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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Dia 1 de Novembro. Dia dos Mortos - Do outro lado

01.11.18, Alice Alfazema
  Não choreis nunca os mortos esquecidos  Na funda escuridão das sepulturas.  Deixai crescer, à solta, as ervas duras  Sobre os seus corpos vãos adormecidos.      E quando, à tarde, o Sol, entre brasidos,  Agonizar... guardai, longe, as doçuras  Das vossas orações, calmas e puras,  Para os que vivem, nudos e vencidos.  Lembrai-vos dos aflitos, dos cativos,  Da multidão sem fim dos que são vivos,  Dos tristes que não podem esquecer.      E, ao meditar, (...)

Fui às compras

11.07.17, Alice Alfazema
  Andei a ver o que podia comprar com o meu subsídio de férias, só dá para este sapato, mas não estou desanimada, talvez para o Natal já consiga comprar o outro.       Fui às compras aqui, aproveitem que é baratinho.      Alice Alfazema    

Micro contos - MB

28.09.16, Alice Alfazema
  No tempo dos pais dos nossos avós e no tempo dos pais e avós destes não havia multibanco, as pessoas guardavam o dinheiro na caixa de dinheiros ou debaixo dos colchões, havia também quem o enterrasse tal como os piratas e as pessoas forretas.      Alice Alfazema

Dinheiro

24.03.12, Alice Alfazema
  O dinheiro é a mais pobre das ambições, se o queremos tanto, é porque não temos mais nada.                 Alice Alfazema

Dinheiro

23.05.11, Alice Alfazema
"É, você está muito só.       Você está só, porque as pessoas que encontra pela rua estão correndo atrás de dinheiro, com medo de ficarem sós na velhice e não terem onde cair mortas e passarem os últimos dias de suas vidas na sarjeta, pedindo dinheiro, precisando de dinheiro, precisando de carinho, precisando de outras pessoas que as compreendam, que sejam solidárias com elas, que digam alguma coisa bonita para elas, alguma coisa que as animem, alguma coisa que as façam (...)