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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 23-04-2019

23.04.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Mar Azabal   Se eu pudesse havia de transformar as palavras em clava. Havia de escrever rijamente. Cada palavra seca, irressonante, sem música. Como um gesto, uma pancada brusca e sóbria. Para quê todo este artifício da composição sintáctica e métrica? Para quê o arredondado linguístico? Gostava de atirar palavras. Rápidas, secas e bárbaras, pedradas! Sentidos próprios em tudo. Amo? Amo ou não amo. Vejo, admiro, desejo? Ou sim ou não. E como isto continuando.  

O livro

23.04.17, Alice Alfazema
  Ilustração  Anna Pini         O mais singular livro dos livros É o Livro do Amor; Li-o com toda a atenção: Poucas folhas de alegrias, De dores cadernos inteiros. Apartamento faz uma secção. Reencontro! um breve capítulo, Fragmentário. Volumes de mágoas Alongados de comentários, Infinitos, sem medida. Ó Nisami! — mas no fim Achaste o justo caminho; O insolúvel, quem o resolve? Os amantes que tornam a encontrar-se.       Johann Wolfgang von Goethe, (...)

Era uma vez...

23.04.14, Alice Alfazema
  Ilustração Julia Cejas    Ler e viajar, ler e sonhar, ler e aprender, através das palavras dos outros saltar e ver, rir e sentir, emoções escritas, emoções lidas, emoções folheadas, impressas, soltas, a negrito, itálico. Letras amantes de vírgulas.     Alice Alfazema