Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

As palavras que estão nos livros, o destino e as circunstâncias

23.06.20, Alice Alfazema
    - Olhe,  Daniel. O destino costuma estar ao virar da esquina. Como se fosse um gatuno, uma rameira, ou um vendedor de lotaria: as suas três encarnações mais batidas. Mas o que não faz é visitas ao domicílio. É preciso ir atrás dele.       Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu (...)

Destino

27.06.18, Alice Alfazema
  Quando nós dizemos a palavra "destino" do ser, então queremos dizer que o ser se nos atribui e se aclara e clarificante arruma o tempo-espaço, onde o ente pode aparecer.   No destino do ser, a história do ser não é pensada a partir de um acontecer, que é caracterizado através de uma evolução e de um processo.   Pelo contrário, define-se a essência da história a partir do destino do ser, a partir do ser enquanto destino, a partir daquilo que se nos remete, ao retirar-se.   Ambos, remeter-se e retirar-se, são um e o mesmo. Não de duas maneiras distintas. Em ambos rege de um modo diferente o perdurar mencionado anteriormente, em ambos, isto é, também na retirada, aqui até ainda mais essencialmente.

Os caroços das cerejas

19.05.15, Alice Alfazema
  Ilustração David Arms   O destino não é uma questão de sorte, é uma questão de escolha. Não é algo para se esperar, é algo para se conquistar.    William Jennings Bryan   O que se lê aqui não é feito de modo directo, é escrito de forma a saber para que nos servem os caroços das cerejas. Quem não entender vai ter de comer mais cerejas. Tantas até que se faça luz. Bom proveito.   Alice Alfazema