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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A nossa aldeia global

17.10.20, Alice Alfazema
“Numa primeira fase, aceitou-se e entendeu-se que doenças e fatores de risco cardiovasculares, como é o caso da hipertensão, possam ter passado para segundo plano em termos de preocupação e de atenção dispensadas por parte dos serviços de saúde e dos clínicos, de uma forma geral” “O que já não se compreende é que, passados estes meses todos, se continue a consumir a 100% todo o tempo e todas as energias em torno da pandemia em detrimento de uma doença que, diretamente (...)

Em Dia de Corpo de Deus

15.06.17, Alice Alfazema
Não perdoo à Igreja nunca ter pedido perdão aos portugueses pela sua colaboração activa com a Ditadura e as iniquidades decorrentes dela, a sua total indulgência, desde a primeira hora, com a injustiça, a crueldade, a desigualdade, a intolerância, os campos de concentração   (Tarrafal, São Nicolau)   a monstruosa polícia política, a violência da censura, o desprezo pelas mulheres, a guerra colonial, a perseguição aos estudantes, aos operários, aos camponeses, a (...)

Conversas da escola - A puta

30.08.16, Alice Alfazema
Conversa tida algures na segunda década do século XXI num país chamado Portugal.   - Porque não acabas o namoro? ...com tanto rapaz por aí... - E depois? O que acontece? Chamam-me de puta!     Alice Alfazema