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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Adivinha

07.09.19, Alice Alfazema
    - Que faremos nós… agora a sós? - Daremos abraços. - Que nem palhaços! - Que faremos os dois… agora e depois? - Troquemos carinhos. - Mas sem espinhos! - Trata-me por tu… já que estou nu. - E por você? - Logo se vê. -Trata-me por tua… já que estou nua. - Serás minha?! - … Adivinha!       Poema de António Galrinho

De branco se dança

19.06.18, Alice Alfazema
      Fotografia Sheau Torng Lim         Pois há na dança uma força intensa e uma magia, uma pureza que a natureza envia na sensualidade de corpos em agitação.       Poema Leonardo Schabbach

Tango azul

10.08.15, Alice Alfazema
Pintura Leonid Afremov     ¡Nunca habrá quien no ha tenido noches llenas de tristeza! La vida es algo traviesa suele a veces, endosar el tener que apechugar con cosas que uno no sueña pero ella se hace dueña de su sentir y pesar y lo obliga a masticar amarguras a granel... Va cobrado su arancel ¡y al final, te hace sonar!     Pascual Contursi    

Dias de vento

24.03.15, Alice Alfazema
Os dias de vento fazem-me lembrar do tango. A dança das folhas, a fúria e a pausa repentina. O deixar ir. O vir. O ficar.   ...um dia vão descobrir que viver é um treino e uma aprendizagem… É um exercício de meter no possível os nossos sonhos, os nossos desejos e as nossas ambições mas sem abdicar deles.(…) E quando a gente faz essa descoberta vai ainda mais longe: faz por tornar os nossos sonhos possíveis. E o que é possível, sempre, é o afecto que damos aos outros… in