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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Março dia 26 - Mulheres vítimas de violência doméstica

26.03.17, Alice Alfazema
    “O crime de violência doméstica é um ilícito recente no quadro jurídico-penal português”, começa por explicar ao Observador Elisabete Brasil, da UMAR. “Não obstante o artigo 152.º do Código Penal só em 2007 ter adotado a epígrafe ‘Violência Doméstica’, podemos afirmar que este foi o corolário de um processo iniciado em 1982, ainda que de forma indireta e muito ténue.”         Resumindo, a alteração penal de 1982 introduziu no Código Penal (...)

Uma pergunta por dia: Onde é o Festival Internacional de Banda Desenhada?

04.10.14, Alice Alfazema
    A Câmara Municipal da Amadora promove concursos nacionais e municipais de BD, Cartoon e Ilustração de Banda Desenhada, inserido no Amadora BD – Festival Internacional de Banda Desenhada.   As propostas a concurso e respectivos trabalhos vencedores serão alvo de exposição no AmadoraBD 2014.   Para saberem mais não deixem de dar uma vista de olhos no AMADORA BD.   Divirtam-se.    Uma pergunta por dia até (...)

Uma pergunta por dia: Somos um país onde abundam as aparências?

26.11.13, Alice Alfazema
    É esta maravilhosa herança cultural que não nos deixa progredir, que nos põe pasmados a olhar os outros, como se de outra coisa se tratasse.   Porque subiram os policias as escadarias do Parlamento?   Ontem segurei uma das barreiras e quando caiu gritei ao levantá-la." SOMOS POLÍCIAS NÃO ARRUACEIROS", um colega chegou cara a cara e gritou-me " JÁ TENHO FOME EM CASA PÁ".Não queria novamente os secos e molhados. Gritei e apitei com a mesma força com que tenho servido (...)

Um sorriso, por favor!

23.02.13, Alice Alfazema
     Pintura de Diego Akel   A Manuela era uma rapariga bonita e alegre. Gostava de experimentar tudo o que era novidade. Já tinha passado dos vinte quando experimentou pela primeira vez aquela malvada. Não sabia bem ao que ia. Disseram-lhe que aquilo era nice e que toda a gente experimentava. Não havia mal nisso. Foi num fim de semana de festa, a primeira vez, depois no seguinte e no outro que veio depois. Nunca mais a largou. Dizia que não era vício. Os anos passaram e ela (...)

O mauzão

12.02.13, Alice Alfazema
O puto  era um beto. Vestia-se bem e falava à queque. Um dia passou-se da mona e começou a pintar as unhas de preto. Pôs umas argolas nas orelhas e no nariz. Deixou crescer o cabelo e faz-lhe risca ao meio. Só se veste de preto. Nos olhos um risco preto evidencia a expressão. Virou mauzão. - Então...está tudo bem contigo? - Sim, deixei-me dormir, já vou atrasado para a escola. Alice Alfazema