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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Piquenique de afetos

25
Jul21

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A vida é assim um recorte de tirinhas que mesmo iguais são diferentes, porque a nossa perspectiva, não vem apenas da nossa visão, mas de tudo o que sentimos e daquilo que escolhemos, ou que somos obrigados a entender. Hoje o dia foi feito de muitos momentos desses, tão diferentes como um cabaz repleto das mais variadas frutas. Onde cada uma se destaca à sua verdadeira essência, ou pelo sabor, ou pela cor, ou pela sua origem, pela capacidade de resistência, pela delicadeza, pela doçura, acidez, pela capacidade de ajudar o nosso sistema imunitário.

 

Seremos nós também assim, como frutas num cabaz, vindas de vários pomares, cada um produzindo o que foi plantado. Cuidar é a melhor semente. 

 

E sendo assim vida com sabor a fruta, também estas palavras me souberam a fruto doce e sumarento que me alimentou o espiríto: "Gosto da forma como ela se diverte com as palavras, brincando com os sons e com as ideias que têm dentro e da ironia de que se serve para embrulhar assuntos sérios".

 

Obrigada, Teresa Ribeiro.

 

 

 

  

 

Borboletas

13
Abr10

 

 

Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

 As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você. No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

 

 

       in, Mário Quintana