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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Mar da nossa Terra

Mar da Minha Terra - Almada Atlântida

30.01.21, Alice Alfazema
No outro dia falei aqui daquilo que está a acontecer no Rio Sado, entretanto, não me lembro de ver noticiado nos órgãos de comunicação social esse crime ambiental, pelo menos na forma como deveria ter sido divulgado. É bom que nos lembremos mais vezes que tudo isto tem um preço demasiado elevado para todos nós, e recordemos também que não vivemos num mundo virtual (...)

Crime ambiental no Rio Sado

Janeiro 2021

22.01.21, Alice Alfazema
Faltam-me as palavras para descrever o que está a acontecer no Rio Sado, uma torrente de lama cobre agora tudo o que encontra no seu caminho, é a morte a assolar tudo o que lhe aparece pela frente. São lamas de dragados, que soterram o sapal, e a zona envolvente, que tornam o Estuário do Sado num lodaçal putrefacto, matando as espécies que dele dependem, empobrecendo de uma maneira feroz a biodiversidade já de si frágil.  Devastando a produção ostreícola adjacente, a (...)

Um Natal no Rio

15.12.19, Alice Alfazema
Era uma vez um Rio, que corria de Sul para Norte, passava por serras, montes e vales, e vinha desaguar a um estuário que tinha como fim um Oceano imenso. Esse rio era manso e azul, "em certos dias tinha mesmo a cor do céu", as suas margens eram gémeas e nele viviam muitos animais. Tinha uma das pradarias marinhas mais importantes do país, onde nasciam as mais variadas espécies, e que serviam também para alimentar e proteger os golfinhos que por lá viviam, as pessoas que por ali (...)

Quercus afirma que “o que se está a passar no Alentejo é a mesma coisa que se está a passar na Amazónia”

02.11.18, Alice Alfazema
  A Associação Ambientalista Quercus denunciou o abate ilegal de “pelo menos mil azinheiras”, na Herdade do Ramalho, no distrito de Portalegre, para dar lugar a um olival intensivo. Contudo, o presidente da associação, João Branco, garante que esta situação é “recorrente”, afirmando que no Alentejo se está a “destruir a floresta para dar lugar a produções intensivas”.   Sobre as denuncias referentes a uma herdade situada no concelho de Sousel e Avis, o dirigente (...)