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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Um Natal no Rio

15.12.19, Alice Alfazema
Era uma vez um Rio, que corria de Sul para Norte, passava por serras, montes e vales, e vinha desaguar a um estuário que tinha como fim um Oceano imenso. Esse rio era manso e azul, "em certos dias tinha mesmo a cor do céu", as suas margens eram gémeas e nele viviam muitos animais. Tinha uma das pradarias marinhas mais importantes do país, onde nasciam as mais variadas espécies, e que serviam também para alimentar e proteger os golfinhos que por lá viviam, as pessoas que por ali (...)

Quercus afirma que “o que se está a passar no Alentejo é a mesma coisa que se está a passar na Amazónia”

02.11.18, Alice Alfazema
  A Associação Ambientalista Quercus denunciou o abate ilegal de “pelo menos mil azinheiras”, na Herdade do Ramalho, no distrito de Portalegre, para dar lugar a um olival intensivo. Contudo, o presidente da associação, João Branco, garante que esta situação é “recorrente”, afirmando que no Alentejo se está a “destruir a floresta para dar lugar a produções intensivas”.   Sobre as denuncias referentes a uma herdade situada no concelho de Sousel e Avis, o dirigente (...)

Assassínio

21.09.16, Alice Alfazema
  Entre Setúbal e Palmela existe uma localidade que se chama Volta da Pedra, nessa localidade, há um cruzamento e aí nesse cruzamento de estradas, há um majestoso cedro ( não sei bem se será este o nome, mas é como uma árvore de Natal gigante) que a olho nu deduzo que terá mais de cem anos, e muitos metros de altura. As suas asas verdes magnificas erguem-se para o céu como uma prece a quem passa e lhe diz bom-dia!    Hoje de manhã o sol acariciou-lhe cada ramo. Estava (...)