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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Estou de viagem

19.02.21, Alice Alfazema
Ilustração Andrea Calisi Pode parecer repetitivo, e é. É como se andássemos naquela roda de rato, andando sem parar, sempre no mesmo sítio. E é isto que perdura há cerca de um ano, enquanto arrastamos connosco a mala cheia de dúvidas, medos, projectos. E o caminho continua, estamos a vê-lo, uns dias estreito, outros largo, mas há medida que o tempo passa, a mala vai estando mais pesada, e não podemos parar, porque o tempo não pára, continuamos, como numa maratona, doendo, (...)

Paulinho

15.12.20, Alice Alfazema
  Já aqui disse que gosto muito de vozes e daquilo que nos são capazes de transmitir, esta é daquelas que vai fazer sempre parte das minhas boas memórias.      ❁❁❁    

Bellissimo!

24.11.20, Alice Alfazema
Hoje na hora do almoço fui beber um café, pedi um bolo miniatura para dar pompa à circunstância. Quando recebi o pedido fiquei tão contente com o efeito que pensei automaticamente, tenho de tirar uma fotografia para lhes mostrar. E quem são os lhes? São vocês que passam por aqui todos os dias, que me deixam comentários, que me acompanharam durante este mês de Novembro, que foi para mim um mês duro e de clausura forçada.  Mês em que fiz parte dos números da listagem diária (...)

Vidas paralelas

22.11.20, Alice Alfazema
Ilustração João Fazenda   Coloquei o bolo no forno, mas antes fiz a massa a preceito, batendo as claras até ficarem leves, depois envolvi-as no resto da massa tendo o cuidado de não bater em demasia o preparado. Tinha muita fé nisso, que o bolo ia subir e ficar fofinho. Uma delícia. Coloquei o bolo no forno, e passados cinco minutos espreitei, abri a porta do forno muitas vezes, na esperança de acompanhar melhor o seu (...)

Debaixo das telhas

20.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Tran Nguyen     Quando a moça da cidade chegou veio morar na fazenda, na casa velha... Tão velha! Quem fez aquela casa foi o bisavô... Deram-lhe para dormir a camarinha, uma alcova sem luzes, tão escura! mergulhada na tristura de sua treva e de sua única portinha... A moça não disse nada, mas mandou buscar na cidade uma telha de vidro... Queria que ficasse iluminada sua camarinha sem claridade... Agora, o quarto onde ela mora é o quarto mais alegre da fazenda, t (...)