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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A luz que ilumina a nossa sociedade

10.12.18, Alice Alfazema
  Ilustração May Ann Licudine     É Dezembro, está sol e estão duas mulheres à minha frente, ainda não têm quarenta anos, o filho de uma tem doze anos, a filha da outra dez. Falam dos jogos eletrónicos que os filhos jogam. Eu oiço. Enquanto bebo o meu café observo como falam e como riem. Estão descontraídas. "Eles divertem-se com aquilo, falam online e têm nomes de código", diz uma, "sim, ontem a minha estava chateada, porque não conseguiu acabar o jogo, mas disse-me (...)

Os bilhetes e as cartas

16.12.14, Alice Alfazema
Ilustração Virpi Pekkalan   O Natal aproxima-se a passos largos, o frio é muito. Este ano resolveu escrever, não ao Pai Natal, mas a todos os amigos, até deixou bilhetes com dizeres felizes aos vizinhos, fê-lo de uma forma despretensiosa e recebeu em troca uma imensa sensação de tranquilidade. A tranquilidade não se embrulha, dá-se a céu aberto, porque os melhores presentes trazem consigo pedacinhos de emoções felizes.   Alice Alfazema

Brilho de Natal

21.12.13, Alice Alfazema
      Ilustração Minna L. Immonen   A menina abraçou o gato e olhou a lua, os dois ficaram dentro daquela bolha cristalina que os unia, a amizade. Percorreram em silêncio o brilho luminoso que vinha da janela. Lá fora estava frio, e ela sabia que era uma menina com sorte, pois haviam muitos meninos que nesse momento estariam ao frio, ou a trabalhar, alguns com fome, outros sofrendo violência feitas pelos (...)