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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 28-06-2019

28.06.19, Alice Alfazema
  Ilustração Isabelle Bryer   Gosto quando alguém partilha comigo a sua felicidade, é para mim um grande sinal de confiança, de amizade, de companheirismo e de amor. Partilhar as maleitas é fácil, são queixas, é despejar o lixo que há em nós. Partilhar alegria é outro estado de alma, que apenas pertence aos seres superiores e aos audazes.   

É desta gente que eu tenho estado à espera para acordar este país!

25.11.18, Alice Alfazema
O médico Martino Gliozzi © Bruno Lisita / Global Imagens       "Eu - e outros médicos também - estou a registar de maneira metódica todas as pessoas que estão a ser despejadas ou têm ameaça de despejo. Tenho uma pequena história de cada um deles. Posso pôr: 'Hipertensão, diabetes, cancro na próstata, despejo, desemprego, ou insuficiência económica. É a minha maneira de ver a medicina. Estas coisas têm um grande impacto na saúde. Uma pessoa que é ameaçada de despejo (...)

Azul e azulinho

28.05.17, Alice Alfazema
  Ilustração  Kamilė Krasauskaitė     O mar beijando a areia O céu e a lua cheia Que cai no mar Que abraça a areia Que mostra o céu E a lua cheia Que prateia os cabelos do meu bem Que olha o mar beijando a areia E uma estrelinha solta no céu Que cai no mar Que abraça a areia Que mostra o céu e a lua cheia um beijo meu     Sophia de Mello Breyner Andresen    

Setúbal - Zona da Bela vista

03.04.17, Alice Alfazema
    Este graffiti foi criado pelo artista Nark, numa parede de um prédio de um bairro em Setúbal. Gosto imenso da alegria que transmite, das suas cores vibrantes, e da história que conta. É uma explosão de felicidade. Faz parte de um projecto do Município de Setúbal e é apenas uma das muitas pinturas que se encontram no bairro. Temos assim uma galeria de arte urbana com vista para o Sado. Está situada (...)

Março dia 7 - Mulheres menina

07.03.17, Alice Alfazema
    Gostei tanto deste pedaço de pensamento que quis plantá-lo aqui, e porque as mulheres também são meninas:     Lembram-se do lugar onde lavávamos a roupa? Aqui está de novo, foi o mesmo onde tomámos banho, todos os dia que aqui passámos. Neste casa, no meio da selva do Bornéu, não havia água quente, não havia chuveiro, a Mia cabia inteira na bacia, a água - que tinha sido antes chuva - era aquecida para o seu banho (privilégio de ser pequenina) e o cabelo lavado às (...)