Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alicinha, este ano vais mascarar-te de quê?

12.02.20, Alice Alfazema
  Ilustração Nino Chakvetadze   Desde há dias que tenho mantido uma reflexão diária sobre aquilo que vou vestir no Carnaval,  a minha máscara tem de ser algo que me seja útil, que traga surpresa aos meus semelhantes, que seja inesquecível e divertido. Nos últimos dias observei-me dia após dia, e concluí que na maior parte dos dias reclamo, reclamo muito, reclamo do salário, do excesso de trabalho, da falta de pessoal, da falta de progressão na carreira, na falta de uma (...)

Risos antigos

03.03.14, Alice Alfazema
  A máscara traduz a alegria das alternâncias e das reencarnações, a alegre relatividade, a alegre negação da identidade e do sentido único, a negação da coincidência estúpida consigo mesmo; a máscara é a expressão das transferências, das metamorfoses, das violações das fronteiras naturais da ridicularização, dos apelidos; a máscara encarna o princípio do jogo da vida, está baseada numa peculiar interpretação da realidade e da imagem, característica das (...)