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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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04.04.19, Alice Alfazema
  Ilustração Gwenda Kaczor     Não te fies do tempo nem da eternidade, que as nuvens me puxam pelos vestidos que os ventos me arrastam contra o meu desejo! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã morro e não te vejo! Não demores tão longe, em lugar tão secreto, nácar de silêncio que o mar comprime, o lábio, limite do instante absoluto! Apressa-te, amor, que amanhã eu morro, que amanhã eu morro e não te escuto! Aparece-me agora, que ainda reconheço a anêmona (...)

Boa vontade

30.03.11, Alice Alfazema
      Pintura de Rosina Wachtmeister       Nem no mundo, nem, em geral, fora dele é possivel pensar nalguma coisa que possa considerar-se boa sem restrições a não ser uma boa vontade. E a boa vontade não é boa por aquilo que efectua e realiza, não é boa pela aptidão para atingir este ou aquele fim proposto; é boa somente pelo querer, isto é, é boa em si mesma.     Kant