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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Incógnita

18.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Marcin Piwowarski   Ela bebia um chá, mas era um chá totalmente diferente de todos os que existiam por aí à venda. Não se encontrava em lado nenhum e era impossível conseguir a receita, nem havia fábrica ou farmacêutica que fosse capaz de o produzir. Não havia nenhuma montanha, vale, prado ou bosque, em que nascesse tal planta, nem sequer haveria planta. Mas que chá era aquele? Que mesmo sem água ou planta lhe aconchega o ânimo?   

Liberdade

02.11.19, Alice Alfazema
Ilustração Scott Kahn    Escrevo este texto no dia 20 de Outubro de 2019, é Domingo e está sol, ontem foi um dia de chuva intensa. Hoje o dia amanheceu luminoso, manso e fresco, levantei-me e tomei o pequeno-almoço em casa, nada de especial, pão com queijo-fresco de ovelha e um sumo de frutos vermelhos. Fomos depois beber um café à beira-rio.   Estou agora em frente ao rio, num sítio tranquilo e cheio de árvores, sento-me enquanto bebo o meu café, à minha frente o rio (...)

Poema ilustrado

28.12.15, Alice Alfazema
Às vezes recebo comentários em forma de poemas. Hoje vou ilustrar um desses poemas, que foi um comentário ao meu post Mundos. As fotografias foram tiradas por mim no dia de Natal.       De onde venho não sei Pra onde vou eu sei lá Na maré vazia caminharei Sempre do lado de cá   (...)