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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Cinquentas - Eu

31.07.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Francesca Escobar   Cinquenta são: 5x10. São cinco anos em cada dedo das mãos. Cinquenta Verões, cinquenta Invernos. Cinquenta brindes.   A Isabel, lançou o desafio de falar do que é ter cinquenta anos, e eis-me aqui reflectindo sobre o assunto. O que senti ao fazer cinquenta anos de vida? Senti que tinha ultrapassado (...)

Por estes dias já é Agosto outra vez

01.08.18, Alice Alfazema
Escrevi este texto neste blogue em Agosto de 2012. Passaram-se tantos dias desde então, no entanto continuo a gostar destas velhas palavras. Encontrei-as hoje ao acaso. Talvez hoje não as escrevesse assim. Lembro-me perfeitamente de quando as escrevi: estava sozinha, numa sala de aula vazia, e sentia o peso do silêncio e o vazio do espaço. Quando trabalhamos com muita gente é difícil preencher esse vazio, tanto nos sons como no espaço. Ficam as vozes durante muito tempo a habitar (...)

Da minha janela

23.04.17, Alice Alfazema
  Da minha janela vejo o mundo, sinto os ventos que sopram. Da minha janela deixo os outros espreitarem, para que sintam os ventos que sopram. Alguns assomam-se devagarinho. Outros vão embora sem espreitar. E há os que ficam comigo a ver o mundo da minha janela. Não tenho interesse  em pertencer a grupos, gosto da liberdade de estar só. Poderia ser um lobo e explorar montanhas e vales, ou gaivota para planar sobre as ondas salgadas e sentir a força do vento nas minhas asas, ou (...)