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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Comentários digitais

07.06.20, Alice Alfazema
   Aqui estou eu a tentar tirar uma fotografia ao malmequer rebelde que nasceu fora do canteiro, e às  outras flores que seguiram no mesmo caminho, aproveitam agora para crescer que a malta está em casa, confinada, e não anda por aqui por cima de toda a folha. Tenho a acrescentar que o enquadramento não ficou grande coisa porque disparei - ao mais ao menos - porque não tinha os óculos, o que acontece com alguma frequência. Até parece que a flor se está a rir. Ou é (...)

Chá de violetas (2)

24.04.20, Alice Alfazema
  Coloquei outra vez aqui o chá e a chávena das violetas, pois desta vez vou receber uma visita nesta casa virtual. Há que contornar de forma criativa este confinamento e este distanciamento social, podemos e devemos-nos reinventar, assim estamos aqui na minha sala online, que nunca tem pó, nem mantas pelo sofá, nem desarrumação física, nem tapetes para sacudir, neste espaço vou receber a (...)

Diário dos meus pensamentos (1)

Angústia

20.03.20, Alice Alfazema
Por estes dias os meus pensamentos são velozes e vão em todas as direcções, há um grande movimento aqui nos blogs do sapo para que se arrebite o ânimo, o que é de louvar, e desde já agradeço à equipa do SAPOBLOGS por continuar desse lado, aqui neste espaço virtual as pessoas podem trocar ideias, saber umas da outras, mandar mensagens de ânimo e de amizade, têm-se colocado novas tags, no entanto sinto que necessitamos (...)

Luxo

Liberdade

18.03.20, Alice Alfazema
    Ilustração Scott Kahn   Hoje, a partir da meia-noite entramos no estado de emergência nacional, neste momento são 22h e as pessoas estão à janela a bater palmas em sinal de reconhecimento por todas as pessoas que estão a lutar na linha da frente desta pandemia, as palmas fazem eco pela rua toda, no entanto parece haver um silêncio a separar-nos, tal como uma bolha invisível, é o medo, no andar de baixo o miúdo que tem três anos canta músicas de Natal intercaladas com a (...)