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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A ler por aí

06.04.21, Alice Alfazema
    Li há dias dois textos que versavam sobre os mesmos temas, num o autor expressava-se com frases curtas, com palavras fáceis de identificar,  não havendo nele qualquer vestígio de escrita criativa, poderia ser monótono lê-lo, mas não, a escrita fluía e levava à descoberta, e em cada paragrafo o leitor sentia o cuidado posto naquelas palavras sobre um tema tão cruel, levando-nos à sua compreensão.  No outro  texto, o autor fazia jus ao seu poder descritivo, dando em (...)

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31.03.21, Alice Alfazema
   Da margem do sonhoe do outro lado do maralguém me estremecesem me alcançar.Um bafo de desejochega, vago, até mim.Perfume delidode impossível jasmim.É ele que me sonha?Sou eu a sonhar?Sabê-lo seriadesfazer, no vento,tranças de luar.Nuvens,barcos,espumasdesmancham-se na noite.E a vida lateja, longe,num outro lugar.  Poema de Luísa Dacosta  

Bellissimo!

24.11.20, Alice Alfazema
Hoje na hora do almoço fui beber um café, pedi um bolo miniatura para dar pompa à circunstância. Quando recebi o pedido fiquei tão contente com o efeito que pensei automaticamente, tenho de tirar uma fotografia para lhes mostrar. E quem são os lhes? São vocês que passam por aqui todos os dias, que me deixam comentários, que me acompanharam durante este mês de Novembro, que foi para mim um mês duro e de clausura forçada.  Mês em que fiz parte dos números da listagem diária (...)

Comentários digitais

07.06.20, Alice Alfazema
   Aqui estou eu a tentar tirar uma fotografia ao malmequer rebelde que nasceu fora do canteiro, e às  outras flores que seguiram no mesmo caminho, aproveitam agora para crescer que a malta está em casa, confinada, e não anda por aqui por cima de toda a folha. Tenho a acrescentar que o enquadramento não ficou grande coisa porque disparei - ao mais ao menos - porque não tinha os óculos, o que acontece com alguma frequência. Até parece que a flor se está a rir. Ou é (...)