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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

28 de Setembro 2019 - Pelo Rio Sado

06.09.19, Alice Alfazema
  Agora que terminaram as férias, agora em que as praias da Arrábida e Tróia, vão ficar vazias de gente, agora começa outra história. Agora que terminou a partilha de fotografias de golfinhos e festas de vinho e barco, de bronzeados e gelados,  agora que se dá o regresso às aulas e se come menos sardinha assada. Agora começa outra história. A história das dragagens no Rio Sado, na casa dos golfinhos, junto às pradarias marinhas, junto à desova da malta que habita no rio, no (...)

Escuridão luminosa

15.08.19, Alice Alfazema
Estamos numa espécie de Idade Média do tempos modernos, agora as pessoas têm informação, muita informação, mas não a utilizam de forma correcta, propagam-se então as notícias que têm anos como se fossem novidades, a fonte da notícia não é tida em conta. Há assim uns locais onde o povo se ajunta e grita, mas agora são gritos escritos, nada de atirar tomates e verduras podres, agora são os comentários de ódio, sem fundamentação. Depois uns riem, outros aplaudem, tal como (...)

Já viram as nossas árvores?

24.02.19, Alice Alfazema
Não sei se alguém já reparou em como andam a ser feitas as podas das nossas árvores em meio urbano. Para mim estas podas radicais são amputações de um Verão mais fresco,  e do futuro, são uma falta de respeito pelo biodiversidade, pois uma árvore é muito mais que um tronco e meia dúzia de ramos.      Por aqui onde moro as árvores que já aqui descrevi, este ano foram laminadas, não há um único galho para os pássaros poisarem. Onde havia gaios, poupas, mochos, (...)

Sinta na pele

09.02.19, Alice Alfazema
  O sofrimento dos animais na campanha e exposição "Sinta na pele".   Através de um ensaio fotográfico, a campanha Sinta na Pele mostra que não podemos mais permitir que milhões de animais, todos os dias, sejam torturados e mal tratados.       “É nossa obrigação parar para refletir, despertar e mudar nossa maneira de viver e ver os animais. Vamos sentir na pele o que os animais sentem”, diz a