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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Viajar nas asas do sonho

26.09.17, Alice Alfazema
  Se a alma tem sonhos e sonhos têm asas Precisam voar, Como um pássaro comum ou um albatroz Depende de nós, soltamos a voz num canto de amor.   Se desprender do tempo, ser em qualquer tempo O que bem quiser, Demarcar espaços, se perder no espaço Ofertar abraços, de ternura e fé.   Ruflar asas sobre sóis em brasa, se derramar em cascatas, Beber o verdor das matas, Descansar sobre os rochedos Sem medo da imensidão. Pois quem nasceu pra voar, Não pode ficar no chão.     Poem (...)

A partir de que idade nos damos conta de que já não somos quem éramos?

10.02.17, Alice Alfazema
  Ilustração  Otar Imerlishvili   Haverá alguma idade em que nos damos conta de já não somos os mesmos? Serão as desilusões que nos apressam para esse estado de consciência, ou será então retardada essa descoberta pela vivências de acções felizes. A imagem reflectida pelo espelho terá alguma influência nessa descoberta de que um outro ser vive dentro daquele corpo que conhecemos há tantos anos? A vida é uma viagem sem regresso, viajas com tanta gente dentro de ti que (...)