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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma arte do ser

Arte Poética II

25.11.20, Alice Alfazema
Ilustração Bee Johnson   A poesia não me pede propriamente uma especialização pois a sua arte é uma arte do ser. Também não é tempo ou trabalho o que a poesia me pede. Nem me pede uma ciência nem uma estética nem uma teoria. Pede-me antes a inteireza do meu ser, uma consciência mais funda do que a minha inteligência, uma fidelidade mais pura do que aquela que eu posso controlar. Pede-me uma intransigência sem lacuna. Pede-me que arranque da minha vida que se quebra, gasta, (...)

A fome das coisas

25.08.14, Alice Alfazema
Ilustração Jim Tsinganos   Poseo el hambre de las cosas los ojos de las piedras inmaculadas y las manos del torpe eterno un zapato por desierto y toda la fe la deposito en las palabras aquellas que salen y aquellas que se quedan y GRITAN.   Claudio Andrés Sánchez   Alice Alfazema  

As palavras

16.05.11, Alice Alfazema
Neste mundo das palavras escritas, onde, o silêncio e o barulho não existem, nem coexistem, pode-se no entanto, fazer tantos silêncios e barulhos, quanto, aqueles que quisermos.   As palavras pertencem a um determinado meio, e têm determinada personalidade; os silêncios e as intencionalidades predominam nas mais variadas ocasiões, levando a que, aquele que as lê, as recolha e as leve consigo, ou as deite fora, conforme lhe aprouver.     Alice Alfazema