Fotografia de José Macedo Eu não quero nunca ficar indiferente, sentir-me vazia e sem memória. Quero ter sempre alma de criança, sorriso maroto e alegria de ser. Quero deixar sementes e podas daquilo que fui, mesmo que eu seja breve e leve neste mundo. Tenho trabalhado arduamente para isso, não quero colher nada, quero que desfrutem de mim quando eu me for, que se lembrem, que me afaguem na memória e me busquem na praia ou numa árvore qualquer, no cheiro da (...)