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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Piquenique de afetos

25.07.21, Alice Alfazema
    A vida é assim um recorte de tirinhas que mesmo iguais são diferentes, porque a nossa perspectiva, não vem apenas da nossa visão, mas de tudo o que sentimos e daquilo que escolhemos, ou que somos obrigados a entender. Hoje o dia foi feito de muitos momentos desses, tão diferentes como um cabaz repleto das mais variadas frutas. Onde cada uma se destaca à sua verdadeira essência, ou pelo sabor, ou pela cor, ou pela sua origem, pela capacidade de resistência, pela (...)

Agapanto

23.06.21, Alice Alfazema
Na linguagem das flores o agapanto significa flor do amor, pode o amor ser encontrado nas suas mais diversas manifestações, tal como a agapanto o amor floresce sempre majestoso, mesmo que seja rápido é inesquecível, mesmo que esteja longe permanece. Os inúmeros amores que podemos ter através dos amigos, da família, dos colegas e até de desconhecidos.  O amor não apenas como físico, mas espiritual, na confiança, na lealdade,  na fé, na paz, na sabedoria, na inteligência. (...)

A biologia do Beijo

um beijo roubado...💋

12.06.21, Alice Alfazema
O beijo é próprio do Homem? Não, os chimpanzés e, em particular, os chimpanzés pigmeus, os bonobos, praticam o beijo – o toque dos lábios - como aliás também os mais diversos jogos eróticos, no quadro das suas relações sociais. Contudo, o Homem exibe uma diferença importante: os seus lábios são revirados para fora, exibindo a fina mucosa avermelhada.     Poder-se-ia pensar que se trata de um caracter sexual secundário selecionado pela evolução, quiçá relacionado com (...)

5000

22.12.20, Alice Alfazema
Ilustração Olga Demidova   Era uma vez uma estrela e um estrelo que viviam no profundo azul do espaço, utilizavam a sua luz para emitirem as suas emoções e comunicarem um com o outro, assim mesmo estando longe pareciam unidos por aquilo que sentiam. Não utilizavam sorrisos, nem sabiam o que eram abraços, os seus sentimentos eram transmitidos através da canalização de uma energia mental que poderia ser utilizada sem limites. Uma vez de cinco mil em cinco mil anos sentavam-se (...)

Sábado à noite

05.12.20, Alice Alfazema
    Jazz faz-me lembrar sábado, música para ouvir numa noite de sábado, coisa reflexiva, descontraída, com bebida e amigos, ou a dois. Algumas gargalhadas pelo meio, boa conversa, fumo no ar, cheiro de perfume, corpos ansiosos pelo momento. Coisas boas da vida.   Saúde!