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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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14.02.20, Alice Alfazema
    Amo… a Vida e a causa do amar é exactamente o lado simétrico das coisas do Sol mergulhando no mar. Um acordar do silêncio despido lavado. Onde o silêncio sai do lugar e repousa nos olhos!       Poema Maria Luz, in Emoções

Dezembro - Dia 16 - Ajudar

16.12.19, Alice Alfazema
  Ilustração Sandi FitzGerald     Ajudar é quando damos, ajudar não nos pertence, é uma forma gratuita de ser e de estar. Tens tempo, tens visão, tens amor, tens carinho, tens algo que possas dar para ajudar, tens algo que queres prescindir, não que tenhas a mais, isso é ajudar. Sem trocas. Ajuda é um acto de altruísmo. É precioso.

Dezembro - Dia 6 - Falta

06.12.19, Alice Alfazema
  Ilustração Igor Morski     Sinto a tua falta, nestes dias frios o teu calor faz-me falta, poderia encontrar algo quente, mas é de ti que quero aquecer-me. O calor que emanava dos teus braços, faz-me lembrar um pôr do sol morno e aconchegante. Lá mais além hei-de encontrar-te. Comerei um doce para adoçar minha saudade. Beijos.  

Dança comigo

23.11.19, Alice Alfazema
   Dança comigo onde os violinos ardem, gemem e entoam, deixa-me dançar contigoSob um céu infinitamente estrelado, onde a lua com o seu brilho vem beijar o marDança-me com a tua beleza, tua alma, tua existência e o teu ser… Oh! sim, dança comigoToca-me com a tua mão, deixa-me sentir a tua áurea os teus lábios, vem-me abraçar          Dança comigo numa valsa eterna… sim inextinguível, como perpétuo é o nosso amorLeva-me nos teus braços, encanta-me, embala-me em (...)

Balada para os nossos filhos

19.11.19, Alice Alfazema
  Um filho é como um ramo despontado do tronco já maduro que sou eu um filho é como um pássaro deitado no ninho da mulher que me escolheu Um filho é ver-se um homem prolongado no mundo da verdade em que nasceu um filho é ver-se um homem atirado das raízes da terra para o céu Meu filho, minha vida, és meu sangue e meu caminho meu pássaro de carne meu amor meu filho que nasceste do ventre do carinho da minha companheira que deu flor João é um botão de cravo rubro Joana (...)

O cadeado do Amor

24.10.19, Alice Alfazema
  Pensar que o símbolo de um amor seja um cadeado fechado numa qualquer grade de uma ponte deixa-me triste, porque um amor deve ser livre. Livre em acções e pensamentos, livre em todas as suas formas, um amor prisioneiro não é amor.   Porque se há-de querer um amor aprisionado? Tal como a felicidade, o estado amoroso é efémero, frágil, que necessita de cuidado, como podem cuidar de um amor prisioneiro e frágil. O frágil não aguenta muito tempo a prisão, nem é feliz. É um (...)

Entrelaço

09.10.19, Alice Alfazema
  Ilustração Alexi Torres   Entrelaço os anos, os dias e as noites, as horas e os minutos, os choros e os risos, entrelaço agora a juventude e a velhice, o amor, a paciência e o silêncio, entrelaço os meus dedos nos teus, como raízes em busca de água.