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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Para fazer o melhor do mundo é preciso um bocado de tristeza

26.01.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Jungsuk Lee   Nuvens lentas passavam Quando eu olhei o céu. Eu senti na minha alma a dor do céu Que nunca poderá ser sempre calmo.   Quando eu olhei a árvore perdida Não vi ninhos nem pássaros   Eu senti na minha alma a dor da árvore Esgalhada e sozinha Sem pássaros cantando nos seus ninhos.   Quando eu olhei minha alma Vi a treva. Eu senti no céu e na árvore perdida A dor da treva que vive na minha alma.   Vinícius de Moraes          

#diariodagratidao 13-01-2019

13.01.19, Alice Alfazema
    Até que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou até à morte, a vida é cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do poço, que tornam nosso coração tão seco e quebradiço que perdemos a capacidade de sentir. Mas é também uma experiência maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possuímos. Até a morte a vida é sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instrução, mas, como dito, para quem sabe (...)

As cores

31.05.14, Alice Alfazema
Ilustração Christilla Germain    Eu sou uma pessoa de cores, a minha pele muda de tom várias vezes por ano, eu não saberia viver num mundo sem cores. As ideias são as cores do pensamento, gostaria de ver mais gente cheia de cores. Assombra-me cultivarem sempre o mesmo tom,  cada vez desejo menos encontrar-me com ideias assim.   Alice Alfazema