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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Gosto de...

20.11.19, Alice Alfazema
  Gosto de andar voando na amizade a correr com modos de feiticeira       ou de anjo sem o ser torvelinho à sua beira corsária do meu bem-querer       A quem me tem amizade empenhada no saber de poetisa-corsária       vou de faim à cintura defender a liberdade a paixão e o poema o desejo, a lealdade     Com a poesia na fala as minhas asas e a alma       Poema de Maria Teresa Horta    As ilustrações são de Shirin Shabá (...)

Para fazer o melhor do mundo é preciso um bocado de tristeza

26.01.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Jungsuk Lee   Nuvens lentas passavam Quando eu olhei o céu. Eu senti na minha alma a dor do céu Que nunca poderá ser sempre calmo.   Quando eu olhei a árvore perdida Não vi ninhos nem pássaros   Eu senti na minha alma a dor da árvore Esgalhada e sozinha Sem pássaros cantando nos seus ninhos.   Quando eu olhei minha alma Vi a treva. Eu senti no céu e na árvore perdida A dor da treva que vive na minha alma.   Vinícius de Moraes          

#diariodagratidao 13-01-2019

13.01.19, Alice Alfazema
    Até que o ciclo se encerre e os sinos toquem ou até à morte, a vida é cheia de momentos tristes, de perdas e derrotas que nos levam para o fundo do poço, que tornam nosso coração tão seco e quebradiço que perdemos a capacidade de sentir. Mas é também uma experiência maravilhosa, repleta de momentos de felicidades que representam a eternidade que possuímos. Até a morte a vida é sinuosa e complexa, sem qualquer manual de instrução, mas, como dito, para quem sabe (...)