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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Deixa...

15.04.21, Alice Alfazema
  Durante todo o mês de Março coloquei aqui poemas e fotografias que colhi perto de casa, é impressionante o quanto desconhecemos daquilo que nos rodeia, talvez porque não estejam logo ao nosso alcance, sim é preciso procurar, e fazê-lo com a devida atenção a cada pormenor. Há uma beleza sublime escondida no mundo silvestre, e um lado encantador entre cores e cheiros, numa descoberta, feita de primavera, em que as flores florescem por cores, começando pelas menos exuberantes, (...)

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06.03.21, Alice Alfazema
Perguntar se a alegria é inteira ou tem medida se é oval ou circular de que maneira a contém o olhar quando a anuncia é o mesmo que perguntar: − Quantas margens tem o mar?   Poema Nuno Higino

Gosto de...

20.11.19, Alice Alfazema
  Gosto de andar voando na amizade a correr com modos de feiticeira       ou de anjo sem o ser torvelinho à sua beira corsária do meu bem-querer       A quem me tem amizade empenhada no saber de poetisa-corsária       vou de faim à cintura defender a liberdade a paixão e o poema o desejo, a lealdade     Com a poesia na fala as minhas asas e a alma       Poema de Maria Teresa Horta    As ilustrações são de Shirin Shabá (...)

Para fazer o melhor do mundo é preciso um bocado de tristeza

26.01.19, Alice Alfazema
  Ilustração  Jungsuk Lee   Nuvens lentas passavam Quando eu olhei o céu. Eu senti na minha alma a dor do céu Que nunca poderá ser sempre calmo.   Quando eu olhei a árvore perdida Não vi ninhos nem pássaros   Eu senti na minha alma a dor da árvore Esgalhada e sozinha Sem pássaros cantando nos seus ninhos.   Quando eu olhei minha alma Vi a treva. Eu senti no céu e na árvore perdida A dor da treva que vive na minha alma.   Vinícius de Moraes