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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

2016

31.12.15, Alice Alfazema
  Certa vez, permitiu-se que um rabino muito justo visitasse o Purgatório e o Paraíso. Primeiro, foi levado ao Purgatório, de onde vinham os gritos mais horrendos dos rostos mais angustiados que já vira. As pessoas encontravam-se sentadas em torno de uma grande mesa, sobre a qual estava a comida mais deliciosa que se possa imaginar, com a prataria e (...)

Aqui

30.12.15, Alice Alfazema
  Fotografia Vincent Xeridat   As pessoas reflectem no fim do ano porque sentem que pode vir daí algo novo. Não o fazem constantemente porque isso exige despedirmo-nos de coisas, lembrarmos emoções, recordarmos perdas. Permitem-se então no fim recordar aquilo que é, e o que foi. Mas existe realmente um fim? O melhor será sempre o começo?    Alice Alfazema  

Poema ilustrado

28.12.15, Alice Alfazema
Às vezes recebo comentários em forma de poemas. Hoje vou ilustrar um desses poemas, que foi um comentário ao meu post Mundos. As fotografias foram tiradas por mim no dia de Natal.       De onde venho não sei Pra onde vou eu sei lá Na maré vazia caminharei Sempre do lado de cá   (...)