Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Sobre a grande manifestação em Paris

12.01.15, Alice Alfazema
Ilustração Duy Huynh   Ficou claro que não se faz mais por um mundo melhor porque não se quer. Enquanto houver indiferença pelo outro, enquanto os poderes instalados estiverem sentados assim será, enquanto a sociedade civil for uma simples mosca morta, enquanto a experiência for uma coisa que apenas diz respeito àqueles que a têm, haverá um mundo que se gladia. Não são apenas os lápis, nem as cores, nem os desenhos, mas é a raiva contida em cada gesto, é o aceno moribundo (...)

Brilho

03.01.15, Alice Alfazema
Parecem mágicas as vagas, carregam o brilho do Sol, por entre elas o bote e a gaivota, um coração bate ao leme, enquanto fuma um cigarro, aspira o fumo e o cheiro do rio.    Navega, descobre tesouros, mas não os tires do fundo do mar, o lugar deles é lá. Admira a Lua, sonha com ela, mas não queiras trazê-la para Terra. Goza a luz do Sol, de (...)

Momentos

30.12.14, Alice Alfazema
    Podem estes momentos parecerem iguais, mas não o são, são distintos, cada qual com o seu tempo.   Pode a Natureza demonstrar que é fundamental viver cada momento de forma distinta.  (...)