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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Uma escola de excelência

13.04.14, Alice Alfazema
O senhor Barroso afirma que tínhamos uma escola de excelência antes do 25 de Abril, este senhor provavelmente bateu com a tola em algum sítio ou está a apelar ao voto dos mais velhos, dos saudosistas, dos que acham que agora tudo é mau. As coisas que se dizem por interesse monopoliza o futuro, o passado e o presente.    Será um ensino de excelência o alto índice de analfabetismo que herdamos dessa época? Que esta pergunta engloba também as desigualdades sociais existentes à (...)

Dia Mundial da Paz

01.01.14, Alice Alfazema
    Depois da euforia ficaram os pratos por lavar, o lixo pelo chão, o silêncio dos brindes. Este primeiro dia do ano, anunciado ao mundo como  Dia Mundial da Paz é talvez de todas as certezas a mais almejada, por isso em primeiro. Todos sabemos o quanto precisamos de paz. Ela é talvez a mais poderosa alavanca de emoções cristalinas e puras. Hoje é um bom dia para (...)

Dez réis de esperança

31.12.13, Alice Alfazema
  Ilustração Vladimir Kush   Tu que tens dez réis de esperança e de amor grita bem alto que queres viver. Compra pão e vinho, mas rouba uma flor. Tudo o que é belo não é de vender Não vendem ondas do mar nem brisa ou estrelas, sol ou lua-cheia Não vendem moças de amar nem certas janelas em dunas de areia. Canta, canta como uma ave ou um rio Dá o teu braço aos que querem sonhar Quem trouxer mãos livres ou um assobio, ne (...)

Ano_Novo_2014_-_-_-_-

30.12.13, Alice Alfazema
      Às vezes não sabemos porque nos escondemos dos outros, porque nos isolamos, pensamos que somos frágeis aos olhos daqueles que admiramos. Saberíamos nós subir às árvores sem tropeçar? Sem levar um arranhão na pele? O que sabemos dos arranhões dos outros? Que se curam, tal como os nossos. Eu queria ser um gato e subir sem me arranhar, utilizar as garras e (...)