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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O que ficou de 2012

27.12.12, Alice Alfazema
De tudo, ficaram três coisas: A certeza de que estamos sempre a começar, A  certeza de que é preciso continuar,  A  certeza de que seremos interrompidos antes de terminar...  Portanto, devemos: fazer da interrupção um caminho novo, da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro...     Fernando Sabino  Sobre o autor (...)

Conto de Natal

23.12.12, Alice Alfazema
  Eram dois belos cedros, provavelmente plantados no mesmo dia, no meio deles existia um banco forrado a azulejos. Eram tão altos que o pescoço nos doía se quiséssemos ver as suas copas. Majestosos. Com os braços erguidos ao céu...às vezes dançando ao vento. Ao longe as Serras, o Oceano, o Rio, Palmela de um lado, Setúbal de outro, a seus pés a Quinta do Hilário.   Árvores centenárias.

Verdade

12.09.12, Alice Alfazema
  "Uma grande parte da população portuguesa, hoje, sente-se exilada no seu próprio país, pelo delito de pedir mais justiça e mais equidade."     Eugénio Lisboa em carta aberta ao Primeiro Ministro Passos Coelho.     Alice Alfazema

Entre degraus

08.06.12, Alice Alfazema
  Qual será o degrau mais importante da escada? O primeiro ou o último? Ou os que ficam pelo meio? Qual é o dia mais importante de uma vida? Se tiramos um os outros deixam de fazer sentido? Ou têm o mesmo valor? Conforme subimos as escadas a paisagem muda e com ela os nossos sentidos e sentimentos. Cada dia que passa muda-nos e leva-nos a novos sentimentos e a novas (...)