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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Tag _2017

14
Dez16

Quando estamos a chegar ao final do ano temos tendência para querer novas coisas, para recomeçar, como se o mundo não recomeçasse a cada momento! 

 

Cresci a pensar que o mundo se tornaria melhor à medida em que eu fosse envelhecendo, vejo que não, apesar de haver muita coisa boa neste magnifico planeta, há por todo o lado inteligências demasiado egoístas que tornaram a minha linha de pensamento numa quimera.

 

A utopia da felicidade pelo dinheiro, fez criar fortunas que nem em cem vidas conseguem gastá-las, a corrupção alastra e é uma forma de assassinato sem o uso da violência física e sem vestígios de sangue, por outro lado sofrem e morrem pessoas em guerras e em conflitos religiosos, escravizam-se pessoas com salários miseráveis, as mulheres e crianças são as principais vítimas, há milhares de refugiados, sem casa, sem família, sem chão.  Cidades históricas são destruídas e o seu património cultural e imaterial é levado pelas grandes empresas que fornecem o armamento. As paisagens são destruídas, as florestas devastadas, diversos animais entraram em processo de extinção. Os direitos sociais estão em desuso, tornou-se um hábito violar os Direitos Humanos. Entretanto, o grande tema de preocupação das pessoas é a inveja. 

 

O que quero eu para 2017? Voltar a escrever este texto, mas na sua forma positiva. 

 

 

Alice Alfazema

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