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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Réstias de tudo

14.12.14, Alice Alfazema

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As nuvens carregadas de água, cinzentas, como se tivessem sido pintadas com lápis de carvão, correm velozes, enquanto as gaivotas pairam, aproveitando o vento e os momentos antes da tempestade. Os pombos fazem o mesmo, vagueiam livremente em círculos de brisas com cheiro a chuva. Olho por entre os cortinados da minha janela, as folhas douradas caem deixando o chão sarapintado de tons de Outono, restos de Verão que ficam no chão. Vejo então uma nuvem branca alada que recebe do Sol um brilho que a torna fofa aos meus olhos, gostaria de andar em cima dela, de poder desfrutar da paisagem das gaivotas e de ter o Vento como companhia. Neste momento o Sol veio até à minha janela, as folhas adquiriram um novo brilho, que durou pouco, pois as nuvens cinzentas voltaram e taparam aquela luz brilhante, mas eis que a luz volta outra vez. É um vai e vem de cores. 

 

Alice Alfazema

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