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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Poema ilustrado

28.12.15, Alice Alfazema

Às vezes recebo comentários em forma de poemas. Hoje vou ilustrar um desses poemas, que foi um comentário ao meu post Mundos. As fotografias foram tiradas por mim no dia de Natal.

 

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De onde venho não sei
Pra onde vou eu sei lá
Na maré vazia caminharei
Sempre do lado de cá

 

natal2.JPG

 

 

Saber tudo de nada
E saber de nada convém
Na maré cheia a caminhada
Do lado de lá também

 

natal3.JPG

 

 

Somos gota no universo
Nas asas do sonho voando
Aterrando em lugar nenhum

 

natal4.JPG

 

 

Escutando o silêncio disperso
Desse novo ano chegando
Que não seja apenas mais um.

 

natal5.JPG

 

Termino com uma planta renascendo, talvez uma orquídea silvestre, é uma vida que cresce para celebrar um novo ano. Tranquilamente saboreando a aragem marítima e o aroma da Serra. Esticando-se para o Céu e dando graças ao Sol pelo verde que lhe veste o corpo. Lambe o orvalho que ficou da Lua e cresce, cresce, tranquila.

 

O poema é do Poeta Zarolho. Obrigada pelo poema. 

 

Alice Alfazema

 

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