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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

O meu céu

17.08.14, Alice Alfazema

Olhei o céu no fim do dia, fui buscar a máquina e tirei estas três fotos, tive que ser rápida, o momento passou depressa, aqui fica o registo. 

 

 

Quem passou pela vida em brancas nuvens
e em plácido descanso adormeceu.
Quem nunca bebeu das fontes da alegria,
da paz, do amor, do silêncio e da harmonia.
Quem nunca se deleitou com a meditação.
Quem nunca experimentou o êxtase interior.
Vegetou. Se arrastou do útero à cova...
Foi um espectro de homem, não foi homem.
Só passou pela vida, não viveu.

 

 

A minha pele está escura, tudo há-de passar, até isso, a cada nuvem um momento, a cada momento uma aprendizagem.

 

 

 

 

O meu céu nunca será igual, este já passou, amanhã haverá mais. O poema é de Fernando Pessoa.

 

Alice Alfazema