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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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Março dia 22 - Mulheres que carregam água

22.03.17, Alice Alfazema

O acesso à água potável ainda é um desafio diário para grande parte das populações do mundo.

 

 

Uma enorme fatia da  população mundial não tem acesso a água potável.

 

 
Mulheres gabras do norte do Quênia gastam até cinco horas diárias carregando pesados galões cheios de água barrenta. Uma seca duradoura levou essa já árida região a uma crise de abastecimento
 
 

As mulheres gabras do norte do Quénia gastam até cinco horas diárias carregando água, levando os pesados recipientes nas costas.

 

 

 

No Paquistão, mulheres carregam água nos arredores de  Islamabad.

 

 

 

Por muitos sítios são as mulheres que têm a dura função de levar a preciosa água para casa, na foto acima é o exemplo de Nova Déli, na Índia.

 

 

 

Aqui é uma menina que carrega a água para casa através da paisagem ressequida do Sudão do Sul. Sendo assim é desde cedo que esta pesada busca por este bem essencial é feita pelas mulheres.

 

 

Na Nigéria...

 

Na Tanzânia, por causa da seca, hoje uma menina precisa de percorrer distâncias maiores em busca de água em comparação com o trajeto que a mãe fazia anos antes. O tempo extra significa que ela não pode frequentar a escola.

 

Segundo a ONU, as mulheres da África Subsaariana gastam uma média de 40 bilhões de horas por ano colectando água.

 

As mulheres “estão entre as pessoas mais vulneráveis às mudanças climáticas”, conclui um relatório do Fundo das Nações Unidas para a População, “parcialmente porque em muitos países elas compreendem uma parcela maior da força de trabalho agrícola e parcialmente porque elas tendem a ter acesso a menos oportunidades de geração de renda”.

 

Quando combinadas com a discriminação económica e social, as mudanças climáticas ameaçam o direito da mulher em questões como educação, informação, água, alimentação, atendimento médico e de viver livre da violência, afirma Eleanor Blomstrom, da Organização da Mulher para o Meio Ambiente e Desenvolvimento.

 

 

Onde a maldade era fria e intensa como um banho de gelo. Como se visse alguém beber água e descobrisse que tinha sede, sede profunda e velha. Talvez fosse apenas falta de vida: estava vivendo menos do que podia e imaginava que sua sede pedisse inundações. Talvez apenas alguns goles...

 

Clarice Lispector

 

 

 

Alice Alfazema

 

 

 

 

 

 

 

 

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