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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Fenix

06
Nov21

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Ilustração Cathy Veali

O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio
que se estende à minha frente
na despedida do estio;
O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio
e eu sou barco, sou gaivota,
sou onda leve e lenta
que cobre a areia sedenta;
O tempo pára,
o tempo é a água azul do rio,
amante doce e tranquilo
em que diluo minha vida,
que vai e me leva a mágoa,
que me liberta na volta
qual fénix renascida.
 
 
 
Poema de Vanda Sôlho

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