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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

#diariodagratidao 25-04-2019

25.04.19, Alice Alfazema

liberdade de expressão.JPG

 

Ilustração  Friederike Ablang

 

 

 

Livre

 

 

Não há machado que corte
a raíz ao pensamento:
não há morte para o vento,
não há morte.

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida,
sem razão seria a vida
sem razão.

Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento,
porque é livre como o vento
porque é livre.

 

 

Poema de Carlos de Oliveira

 

 

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