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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Diário dos meus pensamentos (47)

05.05.20, Alice Alfazema

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Ilustração  Dani Torrent

 

Cada pessoa tem o seu mapa imaginário, os nossos pensamentos são formas de comunicarmos, e através deles passamos sensações aos outros, pode ser um olhar, um sorriso, o tom da nossa voz,  as nossas atitudes corporais. Os nossos pensamentos afectam os nossos músculos, se pensarmos em algo bom podemos nos descontrair, se pensarmos em algo mau é possível que tenhamos tensão e irritabilidade. Se pensarmos constantemente no mesmo que tamanho terá o nosso mapa imaginário? E se nos abrirmos a vários outros pensamentos que nos levem a ter outras atitudes, teremos a possibilidade de fazer crescer esse mapa? O mapa não é um território físico, mas é um instrumento para lá chegar. Ao escrevermos estamos também a passar o nosso mapa mental para o seu estado físico, e aquilo que escrevemos revela as nossas atitudes, não na forma de um olhar, ou sorriso, mas nele se incluem a alegria, a tristeza, a frustração, a raiva, a gratidão, o apreço, de entre outras, assim, as respostas que damos de forma escrita devem ser pensadas da mesma maneira que da forma falada, a escrita não tem um som, até alguém lê-la em voz alta, não é apenas nas virgulas e nos pontos que pomos a intenção, mas é em todo o cuidado que devemos ter em escolher as palavras e em saber o seu significado, escrevendo de forma clara, descomplicada para que a mensagem tenha conexão positiva. 

 

 

 

 

 

 

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