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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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Dia Internacional da Biodiversidade

Pradarias marinhas do Sado

22.05.20, Alice Alfazema

O mar e os rios, não são apenas manchas de água, neles se encontram uma diversidade enorme de vida, muita da qual ainda desconhecemos, é importante preservarmos agora para o futuro. Será que as pradarias marinhas do Sado vão continuar assim no futuro? O que tem sido feito pelos organismos Locais e Centrais para que assim continue? O Ministério do Ambiente prefere contentores de lixo no Porto de Setúbal a manter esta biodiversidade? As enormes dragagens no rio Sado interessam e beneficiam que grupos económicos? Qual a melhor riqueza, a que promove a diversidade e que tem futuro, ou aquela que destrói e serve apenas alguns e ainda se limita no tempo?

 

 

As pradarias de ervas marinhas criam um habitat estruturante que é fonte de alimento, refúgio e berçário para muitos outros organismos marinhos. Assim, dentro das pradarias a abundância e diversidade da fauna é maior que nas zonas arenosas adjacentes.

Alguns animais, como o choco, as raias, e as lesmas-do-mar usam as pradarias como maternidade e depositam aí os seus ovos. Há outros animais que se alimentam diretamente das plantas por herbivoria: como os ouriços-do-mar, peixes (ex. salemas) e pequenos moluscos.

São ainda essenciais para a conservação de espécies carismáticas e ameaçadas, como os cavalos-marinhos, para além suportarem a pesca local.

 

As fotografias são de Ocean Alive

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