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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

De um outro lugar

11.08.15, Alice Alfazema

Quando o Maurice me falou do charro que a avó Rose lhe tinha dado, foi sem sarcasmo ou desdém. Relatou simplesmente o episódio. Para ele, tinha sido uma verdadeira prenda, um genuíno ato de bondade. Significava que alguém pensara nele, e isso era melhor do que a alternativa: ser esquecido, ignorado, invisível. Não fazia ideia de que pudesse ser errado darem-lhe uma droga ilegal. Não conhecia qualquer espécie de vida sem drogas.

 

Laura Schroff, Alex Tresniowski, in O fio do destino.

 

Alice Alfazema

 

 

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