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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

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Conversas da escola - O estupor da folha

29.06.20, Alice Alfazema

Uma senhora vem acompanhada, ou é acompanhante, de bebé de colo, criancinha de três anos e uma miúda de dez anos...vêm todos entregar os manuais da mana mais velha. O livro de português tem a folha de rosto escrita, como todos sabem, (alguns ainda continuam por saber), não é para escrever nos manuais, porque os manuais são para ser reutilizados, blá, blá, blá...Ora se a folha de rosto do livro de português está escrita o que fazemos? 

1- Apagamos o que está escrito.

2- Tentamos resolver o assunto de outra forma se não der para apagar.

3- Enquanto a funcionária anota os outros livros, rasgamos a folha num ápice, vulgo arrancamos, e esperamos que tenhamos sido suficientemente rápidos para que ela não tenha notado, caso note, dizemos que era apenas uma folha de rascunho. 

 

 

2 comentários

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    Alice Alfazema

    29.06.20

    Incrível como uma folha faz toda a diferença. Um bom exemplo para quando andamos à espera de ultrapassar alguma coisa. O que estava escrito nessa folha não interessava para nada, era um estorvo na vida do seu amigo, foi um acto inteligente da parte dele eliminá-la.

    Boa-noite, José.
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