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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Chá de violetas (2)

24.04.20, Alice Alfazema

chá de violetas.jpg

 

Coloquei outra vez aqui o chá e a chávena das violetas, pois desta vez vou receber uma visita nesta casa virtual. Há que contornar de forma criativa este confinamento e este distanciamento social, podemos e devemos-nos reinventar, assim estamos aqui na minha sala online, que nunca tem pó, nem mantas pelo sofá, nem desarrumação física, nem tapetes para sacudir, neste espaço vou receber a , ela veio carregadinha de presentes para engalanar aqui a sala, fiquei encantada com estes mimos, e ficarão aqui para nos lembrarmos mais tarde destes dias que nos pareciam longos e avessos àquilo que mais prezamos: A Liberdade. Mas Liberdade é também isto, é o modo como partilhamos as nossas coisas, sem que nos sejam impostas restrições, não estamos em estado físico, estaremos pois em estado virtual. E porque as palavras também animam o corpo, não temos cartas escritas a pulso, mas temos esta forma de comunicar, mesmo à distância, onde demonstramos os nossos afectos, afinal quase todos os dias estamos juntos, mas muitas das vezes sabemos pouco um dos outros, também não interessa saber muito, o melhor é sabermos o essencial, que gostam de nós, e esse é o melhor presente.   

 

 

 

Em tempos de confinamento e isolamento social, em que as visitas reais estão interditas, restam-nos as visitas virtuais…E que bem que sabe visitar os simpáticos vizinhos aqui do bairro do SAPO! Hoje vim visitar a Alice Alfazema (e o seu Querido Ginjas, de quem me tornei fã incondicional). Na bagagem trago alguns miminhos doces e uns licores elaborados por mim…

 

Espero que gostes dos presentes Alice… são de !

Um Abraço Gigante

 

 

 
 
Foi então que vivi; então que vi
os poucos metros que vão
da minha Serra às Estrelas:
é que eu, sendo tão pequeno
que nem às vezes me encontro,
andava ali a pairar,
e o meu fim estava nelas
e o meu princípio no Mar.
 
Um pedacinho de um poema de:
Sebastião da Gama
 
 
Obrigada Zé. Adorei ter-te aqui.
Um abraço Gigante.
Meu e do Ginjas.
 
 
Vizinha do blogue:
 

 

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