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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Calma e tranquilidade

30.09.19, Alice Alfazema

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Se chama calma e me custou muitas tempestades. ⠀
Se chama calma e quando desaparece a busco incessantemente.
Se chama calma e me ensina a respirar, pensar e repensar. ⠀
Se chama calma e quando a loucura chega desencadeia ventos valentes que custam dominar. ⠀

 

 

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Se chama calma e vem com os anos quando a ambição da língua jovem se solta, a barriga esfria sem ânsia, dá mais silêncio e mais sabedoria. ⠀
Se chama calma e, quando você aprende a amar, quando o egoísmo se esvai e o inconformismo acaba, abre-se o coração e a alma para quem quer receber e dar.
Se chama calma quando a amizade é tão sincera que todas as máscaras caem e tudo pode ser dito. ⠀

 

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Se chama calma e o entendimento do mundo vem da unicidade saindo do labirinto que inventa guerras que ninguém nunca vencerá. ⠀
Se chama calma quando o silêncio é apreciado, quando os ruídos não são apenas música e loucura, mas o vento, os pássaros, a boa companhia, o barulho do mar. ⠀
Se chama calma e não pode ser paga, não há moeda de qualquer cor que possa cobrir seu valor quando se torna realidade.

 

 

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Se chama calma e isso me custou muitas tempestades e eu as passaria mil vezes até encontrá-la novamente. ⠀
Se chama calma, a amo, a respeito e não quero deixá-la ir. 

 

 

Ode de Dalai Lama

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