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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

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30.12.15, Alice Alfazema

 

Fotografia Vincent Xeridat

 

As pessoas reflectem no fim do ano porque sentem que pode vir daí algo novo. Não o fazem constantemente porque isso exige despedirmo-nos de coisas, lembrarmos emoções, recordarmos perdas. Permitem-se então no fim recordar aquilo que é, e o que foi. Mas existe realmente um fim? O melhor será sempre o começo? 

 

Alice Alfazema

 

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