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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A Rainha Descalça

26.07.19, Alice Alfazema

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Acabei de ler há dois dias A Rainha Descalça, de Ildefonso Falcones, já tinha lido outros dois livros deste autor, A Catedral do Mar e A Mão de Fátima, nos três senti a mesma escrita criativa e fascinante, com que o autor descreve a época e a história de Espanha e de vários personagens, não são histórias singulares, são sim de uma comunidade representadas por um ou vários actores, onde os sentimentos e os lugares nos ficam na imaginação, tal como fazemos com uma viagem que nos fica na memória. Descobrir pormenores históricos de lugares que conhecemos, sentir a narração sempre vibrante que nos cativa a cada página e depois ficar com aquele gosto amargo que o livro acabou, ler as últimas páginas devagar para saborear até ao último minuto, e chegar ao fim com a certeza de que já não sou a mesma que iniciou aquela leitura. São obras com alma. 

 

 

"Cada livro, cada volume que vês, tem alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte."

 


Carlos Ruiz Zafón in A sombra do vento

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