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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

À procura do mar

14.05.21, Alice Alfazema

Hoje ao final da tarde fui ver o mar, aquela massa de água que nunca me hei-de cansar de olhar, a maré estava cheia e havia por ali quem andasse na pesca ao choco, dois caiaques passaram cortando a água rasa sem fazer qualquer tipo de onda, por momentos vi-me gaivota, estranhamente não vi nenhuma, devem andar na faina, a torre da Lota erguia-se altiva perante o rio, dela batem as horas certas num gigantesco relógio virado a sul, dando a entender que é hora de partir, porque ali não é importante a hora da chegada. A Serra continua exuberante, naquele verde mesclado a vários tons, recortando o rio e dando as boas vindas ao oceano, na barra entra um navio, a luz do sol esvaísse por detrás da serra e lembra-me que é hora de zarpar. 

 

 

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