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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

A ler por aí

06.04.21, Alice Alfazema

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Li há dias dois textos que versavam sobre os mesmos temas, num o autor expressava-se com frases curtas, com palavras fáceis de identificar,  não havendo nele qualquer vestígio de escrita criativa, poderia ser monótono lê-lo, mas não, a escrita fluía e levava à descoberta, e em cada paragrafo o leitor sentia o cuidado posto naquelas palavras sobre um tema tão cruel, levando-nos à sua compreensão. 

No outro  texto, o autor fazia jus ao seu poder descritivo, dando em cada frase um concordância verbal e criativa que levava o leitor a descortinar o sentido daquilo que se pretendia descrever, apesar de tudo não vi nele nada que acrescentasse maior riqueza entre um texto e outro. Diria até, que no primeiro texto que li, senti a necessidade de compreender aquelas palavras simples, enquanto que no outro fiquei apenas a ler sem absorver nada daquilo. 

 

 

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