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Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Alice Alfazema

Recortes do quotidiano: do meu, do teu, do seu, e dos outros.

Coisas do nosso tempo - Alessandra Korap

24.08.19, Alice Alfazema
  “Mas nesse ano de 2019 a situação piorou mesmo. Porque as pessoas estão invadindo os territórios indígenas, estão invadindo assentamentos. Os indígenas não têm mais sossego. E esse crime que está acontecendo é a partir da fala do Presidente. Quando o Presidente diz que não vai demarcar um território [indígena], ele incentiva as pessoas a invadir as terras indígenas. Ou quando eles cortam a verba que era para o controle do desmatamento. E agora ele quer botar a culpa (...)

#diariodagratidao 05-01-2019

05.01.19, Alice Alfazema
    Tenho este blogue faz quase nove anos, durante este tempo, que é muito, nunca tive um comentário ofensivo. Tenho moderação nos comentários porque quero decidir o que aqui deve ser apresentado, mas nunca tive de tomar a decisão de anular comentários.  E eis que ao abrir o meu email deparei-me com este presente ilustrado da Mena, uma fotografia da sua autoria e dedicada a mim. A Mena deixa-me sempre comentários positivos e construtivos aqui no blogue. Hoje estou grata por (...)

Feliz 2019!

31.12.18, Alice Alfazema
  Ilustração  Anna Gensler        Estamos nos finalmentes, e aguardamos esperançados pelo Ano-Novo: 2019! Queremos sentir na pele aquele formigueiro da novidade. Que ele seja repleto de criatividade, cor e alegria. Muita saúde, amigos e oportunidades de sucesso! Que ele contenha também resilência, sentido crítico, consciência ecológica e inteligência emocional. Que o vosso coração vibre de milhentas emoções neste ano novo que se avizinha.   Desejo-vos um excelente 2019!  

Postal ilustrado - 2019

30.12.18, Alice Alfazema
  Ilustração Mar Azabal     É esta a completude dos dias Quando se reúnem sobre a cidade Os sossegos da nossa idade já meiga. São estas as palavras que ficam Desde o interior do nosso mais antigo nome.   É o inverno aberto de janeiro Com as árvores despidas e o frio azul, É o ano que começa no tempo que é nada, Os bolsos que se enchem de mãos, As casas que parecem mais juntas.   Por esta altura estarão a nascer As horas mais felizes das nossas vidas - bebemos chá (...)